sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010



DIA 26 DE Fevereiro


O primeiro dia da Expo Energia (ontem) correu, na nossa opinião, muito bem. Começamos com as "visitas guiadas" às turmas mencionadas nos horários.
Todas as turmas mostraram bastante interesse nos temas abordados e por aquilo que nos disseram gostaram muito da nossa exposição.
Esperamos que a nossa comunidade escolar tenha ficado mais alerta para o tema Eficiência Energética, Aquecimento Global, Alterações Climáticas, Energias Renováveis e Não Renováveis, e claro, A Dependência Energética Portuguesa.







Zona 1:
Nesta zona é possível saber mais sobre os temas:
- Eficiência Energética;
-A Dependência Energética Portuguesa;
- A Barragem de Fridão (estudo de caso).




Zona 2:
Nesta zona estão os nossos colegas do Projecto Twist da EDP. Aqui, eles explicam aos alunos em que consiste este projecto e sensibilizam a comunidade escolar a poupar energia, uma vez que este projecto se insere nos temas Alterações Climáticas e Eficiência Energética.






Zona 3:
Nesta zona a turma pode visualizar pequenos videos informativos (que já estiveram nos videos da semana) com o intuito de com eles podermos alertar os jovens aos actuais problemas climáticos bem como as suas consequências para o futuro.





 Zona 4:
Nesta zona os alunos vêm uma maqueta realizada por nós, onde são representadas as energias renováveis e energias não renováveis.




Zona 5:
Nesta zona existe um jogo feito por nós - A ROLETA ENERGÉTICA.










Zona 6:
Nesta zona os alunos podem jogar jogos sobre o tema da energia, nomeadamente "A Cidade Renovável" e o "ABC da Energia", também presentes na lista de links do nosso blog.






No final da visita, os alunos preenchem um inquérito, para que no final da nossa exposição possamos avaliar melhor a nossa actividade.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010


SÉTIMA ACTIVIDADE



Nos dias 25/26 de Fevereiro e 1 de Março vai estar a ExpoEnergia no Espaço do Conhecimento do Externato de Vila Meã, alusiva ao tema “A Dependência Energética Portuguesa” e destinada a toda a comunidade escolar.
Nos dias referidos faremos "visitas guiadas" às turmas do 5º, 6º, 7º e 8º anos. Os horários das visitas são os seguintes:

(Solicitamos que os Professores que estejam a leccionar as referidas turmas as acompanhem nos horários acima mencionados.
Cada aluno deverá fazer-se acompanhar de uma caneta.)
No dia 26 pelas 10h10 realizar-se-à uma palestra sobre o nosso estudo de caso "Barragem de Fridão?", à qual irão assistir as turmas de 12ºA; 12ºB; 12ºC; 12ºD e10ºF. Estarão presentes os seguintes palestrantes:
-Arquitecto Hugo Silva, do Movimento "Por Amarante Sem Barragens";
-Professor António Aires, responsável pelo estudo impacte ambiental da construção da Barragem em Fridão;
-António Baptista Gomes, Director de Área da EDP Produção;
-Engª Ana Paula Moreira - EDP Produção. 

(Solicitamos ainda que os Professores que estejam a leccionar as referidas turmas as acompanhem durante a Palestra.)


quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010


SEXTA ACTIVIDADE
Visita de Estudo ao aterro sanitário AMBISOUSA
e
Entrevista ao Engenheiro Nuno Alves
(18-02-2010)

Hoje, pelas 11h fomos visitar o aterro sanitário AMBISOUSA - Empresa Intermunicipal de Tratamento e Gestão de Resíduos Sólidos, EIM, é uma empresa que exerce actualmente “… actividades complementares ou subsidiárias do tratamento de resíduos sólidos, …, na área geográfica do Vale do Sousa”. Para além disto utiliza o aterro sanitário como forma de extracção de biogás (gás produzido pela fermentação dos resíduos orgânicos depositados no aterro).
Durante este visita fomos acompanhados pelo Engenheiro das Energias Renováveis Nuno Alves (Director de Serviços da Empresa PA RESIDEL) que nos explicou o funcionamento deste aterro, nomeadamente como é feita a extracção de biogás para a produção de energia.
Para a extracção do biogás, durante a exploração do aterro, são perfurados poços/drenos nos resíduos depositados. O gás é depois enviado para uma central de produção de energia, sendo depois enviada directamente para a rede pública.
Uma vez que o metano é o principal componente do biogás, a produção deste vai permitir assim, a redução de emissão de gases poluentes para a atmosfera.
Este aterro funciona 24h por dia e permite a produção 554 kW/hora de energia, chegando esta a cerca de 1200 casas.
Em Portugal existem cerca de 38 aterros sanitários mas apenas 14 são utilizados para produção de energia.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010


Quercus dá parecer negativo à barragem do Fridão



A associação diz "não ter dúvidas em considerar que os prejuízos para a região e para o país ultrapassam largamente os benefícios de construção deste empreendimento".

A Consulta Pública ao Estudo de Impacte Ambiental do Aproveitamento Hidroeléctrico de Fridão terminou no dia 15 de Fevereiro e a associação ambientalista Quercus entregou o seu parecer muito crítico em relação a esta barragem.

A Quercus exige "a renúncia de construção da barragem de Fridão, uma vez que é bastante claro que os impactes negativos são demasiado relevantes para os fracos benefícios e porque existem alternativas viáveis que não estão a ser consideradas", conclui o comunicado divulgado no site da associação.

São 9 as razões apresentadas pelos ambientalistas para justificar o chumbo da barragem. Destaca-se "o prejuízo para a qualidade da água do Tâmega e a violação da Directiva-Quadro da Água", o facto da produção representar "apenas 0,4% do consumo de electricidade em Portugal", e o esquecimento por parte deste Estudo de Impacte Ambiental (EIA) da "possibilidade de reforços de potência em barragens já existente", suficientes para alcançar as metas definidas.
A Quercus aponta ainda como negativos "o elevado impacto ao nível da fauna e da flora da região" que causaria a prevista "submersão de centenas de hectares de Reserva Ecológica Nacional, Reserva Agrícola Nacional e até de habitats classificados e prioritários" e o facto do EIA não levar em conta os "impactes cumulativos das 5 novas barragens previstas para a zona".
O comunicado alerta para a "elevada perda socioeconómica para a região" com a construção da barragem, "devido à submersão de relevantes manchas de zonas de produção agrícola e florestal, além de infra-estruturas como praias fluviais, uma ponte romana, uma ETAR, património de interesse público, um parque de campismo, uma pista de canoagem e muitas casas de habitação cujos habitantes terão de ser deslocados".


Por fim, a Quercus lembra que existem "alternativas energéticas mais baratas e com menos impacto para o ambiente, nomeadamente através da promoção da eficiência energética".

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010


QUINTA ACTIVIDADE
Entrevista ao Director de Área da EDP Produção - António Baptista
(10-02-2010)
A EDP disponibilizou hoje, um posto de atendimento aos amarantinos para esclarecimentos sobre a anunciada construção da Barragem de Fridão.
Este posto situou-se na Cozinha dos Frades, nos paços do concelho, com técnicos que contam com meios documentais para esclarecer dúvidas.
A população amarantina mostrou pouco interesse pois as únicas pessoas presentes nesta sessão éramos nós.
No momento em que a Barragem de Fridão foi a concurso público internacional a EDP ganhou a sua concessão, e a partir desse momento tem vindo a defender a sua construção.
Ora as razões pela qual defendem essa construção foram-nos muito bem explicadas por António Baptista, Director de Área da EDP Produção, ficamos a conhecer quais as vantagens desta construção mas nunca esquecendo as desvantagens que são muitas no seu entender. Benefícios como um aumento da limpeza do rio, melhoria das acessibilidades nas zonas envolventes, aproveitamento turístico da albufeira ou criação de postos de trabalho directos e indirectos foram enunciados por António Baptista. Para ele a maior preocupação são as pessoas cujas habitações ficarão submersas bem como a fauna e flora afectada.
Neste momento a EDP (após ter realizado o estudo de impacte ambiental) encontra-se a realizar a fase de consulta pública (que será concluida dia 15 deste mês) de modo a tentar substituir, compensar ou encontrar alternativas, com o acordo da população que poderá ser afectada, ou seja, minimizar os impactes negativos (por exemplo a pista de canoagem será afectada e a EDP propõe a sua deslocalização para um local se ainda se encontra em estudo em conjunto com os grupos interessados).
Este projecto é constituído por duas barragens e uma central de produção de energia. A barragem principal, junto da qual se localizará a central de produção de energia, ficará a 8 km de Amarante. A 4 km desta barragem, situar-se-á uma outra de menor dimensão somente com a função de garantir a regularização dos caudais turbinados a montante, nomeadamente nas proximidades de Amarante.
Após esta fase de consulta pública serão consideradas e apreciadas todas as exposições que especificamente se relacionem com este projecto sendo estas enviadas á Agência Portuguesa do Ambiente (APA) que tem a função (decisão final) de aprovar ou reprovar o projecto.

FOTOS DA ACTIVIDADE:




terça-feira, 9 de fevereiro de 2010


QUARTA ACTIVIDADE
Entrevista ao arquitecto Hugo Silva e Coronel Artur Freitas
(22-12-09)

No seguimento do estudo que estamos a fazer sobre e hipotética construção da Barragem em Fridão, fizemos no passado dia 22 de Dezembro de 2009 uma entrevista a dois membros do Movimento “Por Amarante Sem Barragens”.
(Os videos das respectivas entrevistas serão colocados em breve no blog) 


FOTOS DA ACTIVIDADE:



Energias Renováveis no Jornal de Notícias:


A dependência energética no exterior

A dependência energética europeia tende a aumentar...

A Rússia enfrenta graves problemas de infra-estrutura e défices de democracia, mas é uma potência energética mundial. Sobretudo os consumidores alemães e europeus começam a sentir o perigo que representa a dependência estrutural do petróleo e do gás russos. A Alemanha, que extrai em seu próprio território apenas 3% do petróleo e 16% do gás que consome, importa cerca de 35% desses produtos da Rússia. Já a União Europeia importa 82% do petróleo e 57% do gás que consume. A maioria dos países-membros da UE têm apenas um país fornecedor de gás: a Rússia. E a dependência energética europeia tende a aumentar, prevêem especialistas.


Potência Energética...

Moscovo controla 6% das reservas mundiais de petróleo, 34% das de gás e 18% das de carvão mineral. As recentes interrupções no fornecimento do gás e petróleo que chegam à Alemanha e à UE através da Ucrânia e Belarus foram interpretadas como demonstração do novo poder da Rússia, que há tempo perdeu o seu status de potência política e militar mundial.
Para tranquilizar os europeus, o governo russo anunciou planos para aumentar o transporte de petróleo através do Mar Báltico. "Vemos estes planos com muita preocupação", disse o chefe do escritório do Fundo Mundial para a Natureza (WWF) na região, Jochen Lamp.

Via marítima saturada...
Ele disse que anualmente cerca de 750 navios-tanque cruzam o Mar Báltico, saindo do porto russo de Primorsk e passando pela chamada Kadetrinne – uma espécie de gargalo próximo à costa de Rostock, no Leste alemão. E este número deve aumentar para 1200 ao ano. "Esta via marítima está saturada, o que já provocou vários acidentes no passado", alerta Lamp.
Segundo o WWF, desde 1995, o volume de petróleo transportado pelo Mar Báltico setuplicou, atingindo 150 milhões de toneladas anuais. Até 2010, este volume deve aumentar para 150 milhões de toneladas/ano, prevê a organização ambientalista.



Desconfiança em relação a Moscovo...

Apesar das promessas russas de garantir o fornecimento de energia, iniciado há mais 40 anos, muitos europeus desconfiam da seriedade política de Moscovo. Segundo o ministro alemão da Economia, Michael Glos, as interrupções recentes são a prova de que "temos de encontrar alternativas para a energia importada de Leste". Por enquanto, os países industrializados não têm como escapar dessa perigosa dependência. Bruxelas tem alguns planos de longo prazo. Até 2020, a União Europeia quer reduzir em 13% seu consumo de energia, o que representaria uma economia de 100 bilhões de euros.
Com uma nova estratégia de compra, a UE quer reduzir os preços da energia importada. Até agora, cada país europeu faz sua própria encomenda. No futuro, Bruxelas pretende fazer as encomendas em nome dos 500 milhões de consumidores do bloco e, com isso, também dar uma demonstração de força.
Esta estratégia é considerada importante para enfrentar a concorrência no mercado mundial de energia, onde países como a China e a Índia fazem encomendas gigantes, inflacionando os preços para os demais. Só a Índia deverá quadruplicar seu consumo de energia nos próximos 25 anos. Peritos advertem que os europeus vão sentir na pele também esta fome de energia dos países emergentes.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010


Lituânia: Única central nuclear do país encerrada

A única central nuclear da Lituânia foi encerrada quinta-feira antes da meia-noite por razões de segurança, em virtude de um acordo entre Vilnius e a Comissão europeia, anunciou o director do complexo, Viktor Sevaldin.



"Às 23:00 locais, tudo foi encerrado. Tudo decorreu como previsto", declarou Sevaldin, contactado por telefone.

O encerramento da central de Ignalina, complexo com 26 anos, semelhante à que explodiu em 1986 em Chernobil, na Ucrânia, terá como efeito imediato o aumento das tarifas de electricidade na Lituânia e da dependência energética desta ex-república soviética relativamente à Rússia.

Presidente da Assembleia da República defende nuclear no cabaz energético português

O presidente da Assembleia da República, Jaime Gama, considerou no Lisbon Energy Forum que Portugal tem um "mix" energético pouco saudável por não poder contar com a energia nuclear.

"O mix energético português tem características que não são inteiramente saudáveis: não tem energia nuclear e assenta numa forte dependência do petróleo", afirmou Jaime Gama na sessão de encerramento da 2ª conferência Lisbon Energy Forum .

O presidente da Assembleia da República disse ainda que em Portugal "os preços dos combustíveis são muito elevados para as famílias e as empresas" e que "há muito a fazer na eficiência energética".

Jaime Gama afirmou que a dependência de Portugal face ao petróleo é de 55 por cento, acima dos 35 por cento da média da União Europeia, e que "só agora estamos a avançar na hídrica e nas renováveis".


O responsável referiu que 2008 será um ano "extraordinariamente importante para testar o mercado petrolífero", podendo vir a ser o primeiro ano a registar uma quebra do consumo mundial desde 1993.


O ministro da Economia, Manuel Pinho, teve na sessão de abertura uma perspectiva mais positiva da situação energética portuguesa, tendo destacado o salto que o país deu em três anos em termos de potência eólica instalada - de 500 para 2.500 megawatts (MW) - e o programa para a construção de 10 novas barragens que vão permitir aproveitar 70 por cento do potencial hidrico nacional.

O ministro afirmou que Portugal tem condições para se afirmar como líder na criação de um novo modelo energético, baseado nas energias renováveis e com baixa intensidade de carbono.

31 Outubro 2008

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010


     PORTUGAL - "UMA PEÇA PARA O MUNDO" E "UM MUNDO DE ENERGIAS"

Pequim, 01 Jan (Lusa) - Portugal vai apresentar-se na Expo 2010, em Xangai, como "uma praça para o mundo" e "um mundo de energias", procurando ampliar a posição geoestratégica do país ("porta do Atlântico") e a "criatividade e inovação" dos portugueses.
Para o Comissariado-geral de Portugal, a praça representa "o lugar central da vida e actividades urbanas" e, também, "um território de memória e palco de mudanças".



É um tema "definido e sustentado pela posição geoestratégica de Portugal como porta do Atlântico" e pretende "apresentar ao mundo as suas mais marcantes contribuições para o desenvolvimento futuro do espaço urbano, com destaque para as energias renováveis".