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segunda-feira, 17 de maio de 2010


Capela e ponte vão ser desmontadas

Barragem do Fridão afectará 56 habitações
JN 15 Maio
A construção da barragem do Fridão no rio Tâmega obrigará a desmontar a capela do Senhor da Ponte e a ponte medieval de Vilar de Viando, no concelho de Mondim de Basto. O Ministério do Ambiente deu aval à execução do projecto da EDP à cota mais baixa (160).

Das duas soluções, optou-se por aquela que reúne menor oposição e afecta menos habitações, actividades agrícolas e espaços lúdicos e de valor patrimonial e cultural nos cinco municípios de Amarante, Mondim de Basto, Ribeira de Pena, Celorico de Basto e Cabeceiras de Basto. Ainda assim, a albufeira cobrirá, pelo menos, 56 habitações, 52 anexos, 120 hectares de áreas agrícolas e uma zona concessionada para pesca desportiva. Entre as 88 reclamações recebidas no período de consulta pública do projecto da barragem do Fridão, a maioria das autarquias e alguns moradores e proprietários de terrenos afectados pela obra aceitam a edificação da estrutura à cota 160.

Abaixo-assinado
Sobram as informações contra a execução da barragem de entidades públicas e privadas e de movimentos de cidadãos, incluindo um abaixo-assinado com 2200 subscritores. Só o Clube de Caça e Pesca de Mondim de Basto e o Instituto do Turismo de Portugal remeteram pareceres positivos à construção, de acordo com o texto da declaração de impacte ambiental favorável condicionada, assinada pelo secretário de Estado do Ambiente, Humberto Rosa.

A par da desmontagem e da trasladação da Capela do Senhor da Ponte (incluindo altares, talhas, tectos e frescos) e da ponte medieval de Vilar de Viando, o promotor da barragem terá de apresentar propostas de transferência do Cruzeiro de Pinheiro Manso, das pontes pênseis sobre o rio Tâmega, dos espigueiros de Carrascalheiras e de Montão e dos sarcófagos da Rua Nova, em Veade (estes deverão ser colocados no adro da igreja local).

domingo, 2 de maio de 2010


Ministério do Ambiente dá 'luz verde' para barragem do Fridão


O Ministério do Ambiente emitiu sexta-feira a declaração de impacto ambiental (DIA) condicionada à cota mais baixa da barragem do Fridão, segundo fonte da tutela
A barragem, a ser construída pela EDP, num investimento de 242 milhões de euros, está inserida no plano nacional com elevado potencial hidroelétrico, sendo a terceira a receber o parecer, depois do Alvito e Foz Tua.
A DIA impõe a cota mais baixa em avaliação (NPA 160) e diversas medidas ao nível dos recursos hídricos, tendo em vista a salvaguarda da qualidade da água, explicou a mesma fonte.
Ao nível do património, a DIA prevê também medidas de compensação patrimonial, como a transladação conjunta da Capela do Senhor da Ponte e da Ponte medieval de Vilar de Viando.
O aproveitamento hidroléctrico do Fridão terá uma capacidade instalada de 160 megawats.

(...)
O empreendimento afecta os concelhos de Amarante, Cabeceiras de Basto, Celorico de Basto e Mondim de Basto.
A comissão de acompanhamento da barragem, da Assembleia Municipal de Amarante, defende que o estudo de impacte ambiental foi «inconclusivo e mal elaborado» e acredita que um «estudo realista» evidenciará a inviabilidade da obra.


Notícia retirada do Semanário Sol (http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=171208)

quarta-feira, 7 de abril de 2010



domingo, 28 de março de 2010



Manifestação contra as barragens no Tâmega em Mondim de Basto

Hoje realizou-se em Mondim de Basto mais uma manifestação contra as futuras barragens a serem construídas no rio Tâmega, na ponte de Mondim pelas 16:00h.
Num convite feito à população o presidente da Junta de Freguesia, Fernando Gomes, apela á presença de todos "por forma a demonstrar a sua solidariedade junto das pessoas directa ou indirectamente afectadas o seu protesto de rejeição dos termos em que se pretende impor as barragens no rio Tâmega, à revelia dos direitos das populações."



terça-feira, 2 de março de 2010


Manifestação de defesa do rio Tâmega e contra a Barragem de Fridão


Enquadramento: Depois de fechada a consulta pública do Estudo de Impacte Ambiental (EIA) do Aproveitamento Hidroeléctrico de Fridão (AHF) e perante a ameaça de várias barragens na sub-bacia do Tâmega e das outras incluídas no Plano Nacional de Barragens,vai-se realizar uma acção popular que demonstre a oposição a este plano e sensibilize a população. Vários movimentos e organizações políticas, sociais, ambientalistas e de cidadãos juntar-se-ão também a esta manifestação.

Central de informação para a manifestação: http://salvarotamega.wordpress.com/
Data: Sábado, 13 de Março de 2010
Objectivos:
- sensibilizar a população para a problemática das barragens (essencialmente através da comunicação social)
- enviar uma mensagem clara, de oposição, ao Governo, EDP, Iberdrola e outras entidades co-responsáveis.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010


Quercus dá parecer negativo à barragem do Fridão



A associação diz "não ter dúvidas em considerar que os prejuízos para a região e para o país ultrapassam largamente os benefícios de construção deste empreendimento".

A Consulta Pública ao Estudo de Impacte Ambiental do Aproveitamento Hidroeléctrico de Fridão terminou no dia 15 de Fevereiro e a associação ambientalista Quercus entregou o seu parecer muito crítico em relação a esta barragem.

A Quercus exige "a renúncia de construção da barragem de Fridão, uma vez que é bastante claro que os impactes negativos são demasiado relevantes para os fracos benefícios e porque existem alternativas viáveis que não estão a ser consideradas", conclui o comunicado divulgado no site da associação.

São 9 as razões apresentadas pelos ambientalistas para justificar o chumbo da barragem. Destaca-se "o prejuízo para a qualidade da água do Tâmega e a violação da Directiva-Quadro da Água", o facto da produção representar "apenas 0,4% do consumo de electricidade em Portugal", e o esquecimento por parte deste Estudo de Impacte Ambiental (EIA) da "possibilidade de reforços de potência em barragens já existente", suficientes para alcançar as metas definidas.
A Quercus aponta ainda como negativos "o elevado impacto ao nível da fauna e da flora da região" que causaria a prevista "submersão de centenas de hectares de Reserva Ecológica Nacional, Reserva Agrícola Nacional e até de habitats classificados e prioritários" e o facto do EIA não levar em conta os "impactes cumulativos das 5 novas barragens previstas para a zona".
O comunicado alerta para a "elevada perda socioeconómica para a região" com a construção da barragem, "devido à submersão de relevantes manchas de zonas de produção agrícola e florestal, além de infra-estruturas como praias fluviais, uma ponte romana, uma ETAR, património de interesse público, um parque de campismo, uma pista de canoagem e muitas casas de habitação cujos habitantes terão de ser deslocados".


Por fim, a Quercus lembra que existem "alternativas energéticas mais baratas e com menos impacto para o ambiente, nomeadamente através da promoção da eficiência energética".

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010


QUINTA ACTIVIDADE
Entrevista ao Director de Área da EDP Produção - António Baptista
(10-02-2010)
A EDP disponibilizou hoje, um posto de atendimento aos amarantinos para esclarecimentos sobre a anunciada construção da Barragem de Fridão.
Este posto situou-se na Cozinha dos Frades, nos paços do concelho, com técnicos que contam com meios documentais para esclarecer dúvidas.
A população amarantina mostrou pouco interesse pois as únicas pessoas presentes nesta sessão éramos nós.
No momento em que a Barragem de Fridão foi a concurso público internacional a EDP ganhou a sua concessão, e a partir desse momento tem vindo a defender a sua construção.
Ora as razões pela qual defendem essa construção foram-nos muito bem explicadas por António Baptista, Director de Área da EDP Produção, ficamos a conhecer quais as vantagens desta construção mas nunca esquecendo as desvantagens que são muitas no seu entender. Benefícios como um aumento da limpeza do rio, melhoria das acessibilidades nas zonas envolventes, aproveitamento turístico da albufeira ou criação de postos de trabalho directos e indirectos foram enunciados por António Baptista. Para ele a maior preocupação são as pessoas cujas habitações ficarão submersas bem como a fauna e flora afectada.
Neste momento a EDP (após ter realizado o estudo de impacte ambiental) encontra-se a realizar a fase de consulta pública (que será concluida dia 15 deste mês) de modo a tentar substituir, compensar ou encontrar alternativas, com o acordo da população que poderá ser afectada, ou seja, minimizar os impactes negativos (por exemplo a pista de canoagem será afectada e a EDP propõe a sua deslocalização para um local se ainda se encontra em estudo em conjunto com os grupos interessados).
Este projecto é constituído por duas barragens e uma central de produção de energia. A barragem principal, junto da qual se localizará a central de produção de energia, ficará a 8 km de Amarante. A 4 km desta barragem, situar-se-á uma outra de menor dimensão somente com a função de garantir a regularização dos caudais turbinados a montante, nomeadamente nas proximidades de Amarante.
Após esta fase de consulta pública serão consideradas e apreciadas todas as exposições que especificamente se relacionem com este projecto sendo estas enviadas á Agência Portuguesa do Ambiente (APA) que tem a função (decisão final) de aprovar ou reprovar o projecto.

FOTOS DA ACTIVIDADE:




terça-feira, 9 de fevereiro de 2010


QUARTA ACTIVIDADE
Entrevista ao arquitecto Hugo Silva e Coronel Artur Freitas
(22-12-09)

No seguimento do estudo que estamos a fazer sobre e hipotética construção da Barragem em Fridão, fizemos no passado dia 22 de Dezembro de 2009 uma entrevista a dois membros do Movimento “Por Amarante Sem Barragens”.
(Os videos das respectivas entrevistas serão colocados em breve no blog) 


FOTOS DA ACTIVIDADE:


sábado, 30 de janeiro de 2010


Barragem da Foz do Tua e Fridão discutidas na Assembleia da República

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

                                

                         NOTÍCIA:

Cidadãos contestaram barragem do Fridão
O Movimento Cidadania para o Desenvolvimento do Tâmega, que luta contra a construção da barragem de Fridão, em Amarante, foi recebido pelo Presidente da República, anunciou este sábado a organização, noticia a agência Lusa.





Cavaco Silva visitou a 3 de Dezembro o Município do Marco de Canaveses, onde vai inaugurar um parque fluvial no rio Tâmega e as piscinas municipais de Alpendorada e Matos.
Foi após a sessão de boas-vindas, na qual o Presidente da República recebeu a Medalha de Honra e o título de cidadão honorário do Município, que uma delegação do movimento contestatário das barragens no rio Tâmega entregou a Cavaco Silva um exemplar do Manifesto Anti-barragem «Salvar o Tâmega e a vida no Olo».




Amarante em risco de desastre ambiental

O líder do movimento, Emanuel Queirós, disse que o lançamento do manifesto anti-barragem serve «para mobilizar a população para a fase da discussão pública» sobre o projecto da barragem, que deverá ocorrer no segundo semestre de 2009, quando for apreciado o estudo de impacte ambiental, em elaboração. Além do manifesto, o movimento anti-barragem lançou uma petição na internet, que recolheu mais de 1.100 assinaturas em menos de duas semanas.

O manifesto é subscrito por cidadãos dos quatro concelhos afectados pela construção do empreendimento - Cabeceiras de Basto, Celorico de Basto, Mondim de Basto e Amarante. «As Barragens do Tâmega vêm fazer a artificialização do rio, provocam a implosão do vale, a destruição dos ecossistemas, ou seja, a interrupção da vida natural tal como nós a conhecemos», considera o movimento de cidadãos.




Insurgindo-se contra «a falta de voz de determinação e reivindicação» dos órgãos da região, o movimento quer fazer ouvir a sua voz junto dos órgãos de estado.
«Não queremos a barragem de Fridão nem aceitamos o transvase das águas do Olo para a ribeira da barragem de Gouvães e exortamos os órgãos de soberania do Estado português a respeitar a cidadania e a vida tal como nós a conhecemos», salienta Emanuel Queirós.




Barragens do Alto Tâmega vão afectar Fisgas de Ermelo

Para o líder do movimento anti-barragem, é importante dizer às populações da bacia do Tâmega «que nada está decidido e que o processo de construção da barragem pode ser revertido».
O contrato da concessão da barragem de Fridão, no rio Tâmega, a celebrar entre o Estado e a EDP vai ser assinado em Dezembro, assegurou no início de Novembro, o presidente do Instituto da Água (INAG).

fonte: http://www.tvi24.iol.pt/ambiente/tamega-fridao-barragem-presidencia-da-republica-ambiente-portugal-diario/1018737-4070.html (alterado)

domingo, 24 de janeiro de 2010


Caso: Barragem Fridão

Uma previsão...



Do cartoonista António Santos

terça-feira, 19 de janeiro de 2010


Mau tempo faz subir os níveis d'água no rio Tâmega:

A protecção civil em Amarante mantém-se em estado de alerta, esta quarta-feira, face ao nível elevado do caudal do Tâmega, apesar da melhoria das últimas horas, disse à Lusa fonte autárquica: «Temos todos os meios sob prevenção, incluindo o nosso pessoal da câmara e dos Bombeiros de Amarante», afirmou Hélder Ferreira, vereador da Protecção Civil.

Nas últimas horas, o nível da água do Tâmega (o maior afluente do rio Douro), na cidade de Amarante, tem-se mantido próximo dos cinco metros, o que significa que está na iminência de atingir as caves das zonas ribeirinhas mais baixas do centro histórico.




O nível do Tâmega, junto à cidade, já esteve nos 3,70 metros, mas, entretanto, subiu para os 4,90, em resultado da precipitação que continua a cair na região.

«As informações que temos da meteorologia é que o tempo vai melhorar, o que nos faz acreditar que o pior já terá passado», disse Hélder Ferreira.

Para o vereador, há outro dado positivo, que passa pelo facto da Barragem do Torrão, alguns quilómetros a jusante de Amarante, estar ainda longe do limite da sua capacidade - está a cerca de 83 por cento.

fonte: http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/mau-tempo-amarante-alerta-cheias-tamega-proteccao-civil/1113223-4071.html



O rio Tâmega galgou as margens hoje, em Chaves, inundando entre "50 a 60" centímetros um restaurante, junto à ponte romana, atingindo ainda uma habitação.
O responsável pela Protecção Civil municipal, Sílvio Sevivas, referiu que o caudal do Tâmega subiu 2,73 metros em relação ao leito normal do rio, entrando durante a madrugada num restaurante e numa habitação, na freguesia da Madalena.
Segundo o responsável, o restaurante encontrava-se fechado e só ao início da tarde é que o proprietário chegou ao local para avaliar os estragos.
Por causa da forte precipitação, a Protecção Civil foi ainda chamada para ajudar em duas outras habitações que ficaram inundadas.

fonte: http://www.rr.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=92&did=85497



Recolha de informação sobre a possível construção da barragem em Fridão:

Feita a recolha de mais informação sobre a possível construção da barragem em Fridão, consideramos relevante dar a conhecer no nosso blog alguns dos parágrafos redigidos numa das edições do J.N. (Jornal de Notícias) na qual se fazia referência a este mesmo caso. Apresentaremos então novamente, alguns dos aspectos positivos e negativos resultantes desta possível construção.

Albufeira do Fridão cobrirá 108 edifícios

2009-12-25

A albufeira da futura barragem do Fridão vai inundar 817 hectares de terrenos em cinco concelhos. A água cobrirá 108 casas e anexos, instalações de duas empresas, nove praias fluviais e o parque de campismo de Mondim de Basto.

A construção da infra-estrutura no rio Tâmega, 4,7 quilómetros a montante da confluência com o rio Olô, deixará submersos 56 habitações e 52 edifícios anexos, apoios agrícolas e de armazenamento, uma serração, o parque e o armazém de uma empresa de transportes rodoviários e 45 locais de valor patrimonial, incluindo a ponte de Cavez (classificada como monumento nacional), a ponte romana de Vilar de Viando e a antiga ponte sobre o rio Cavez (ambas as travessias são imóveis de interesse público).





O estudo de impacto ambiental, elaborado pela EDP e pela Agri-Pro Ambiente com base no anteprojecto já concluído, indica que 71,5% da área inundável pela albufeira corresponde a solo florestal, onde predominam pinheiros e eucaliptos. Só 6% dos solos têm maior valor agrícola. A EDP, que construirá, ainda, as barragens de Alvito e da Foz do Tua, investirá 255 milhões de euros no aproveitamento hidroeléctrico do Fridão. O complexo fica a cerca de três quilómetros da cidade de Amarante e tem suscitado contestação política e popular.





Mais informações...

A principal barragem - designada barragem do Fridão - terá 97 metros de altura e 300 metros de largura. A quatro quilómetros, nascerá uma segunda barragem de menor dimensão. A "barragem de jusante" alcançará a altura de 30 metros e estende-se numa largura de 135 metros. O início da construção acontecerá em 2012 e o prazo da intervenção é de cinco anos. "No pico da obra, em 2014", estima-se que serão criados 1000 empregos directos.


fonte: http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Amarante&Option=Interior&content_id=1455432

terça-feira, 12 de janeiro de 2010


Divisão de opiniões sobre a construção da barragem em Fridão:

Alguns cidadão da cidade de Amarante temem esta construção e, para mostrar melhor à população quais são estes riscos/consequências, criaram a seguinte imagem que, dos seus ponto de vista, revela o futuro de Amarate após a construção desta mesma barragem.



No estudo deste mesmo caso, observamos algumas opiniões contra a construção da barragem em Fridão, que entre outras, referem o seguinte:

" O projecto hidroeléctrico prevê a sua instalação a cerca de 12 quilómetros a montante do centro urbano de Amarante, o que a confirmar-se trará prejuízos irreparáveis no património paisagístico da cidade e destruirá permanentemente o ex-libris, envolvente das margens e as pequenas ilhas ou ínsuas existentes próximas da ponte de S. Gonçalo."

fonte: "O blogue do Carlos Portela".

"... o Ministro do Ambiente anuncia que o investimento privado em barragens poderá rondar os 2 mil milhões de euros..."

 fonte: "Movimento cidadania para o desenvolvimento no Tâmega"

No entanto, no estudo deste mesmo caso, resolvemos investigar não só os aspectos negativos desta construção como os positivos do ponto de vista de alguns cidadãos. Então, referimos a seguinte opinião de uns dos defensores da costrução desta mesma barragem:

" O projecto visa garantir a independência energética do país, aumentando a produção hidroeléctrica "

" O mega projecto, pode surgir como motor de arranque a outras iniciativas a nível de apostas na nossa região."
" Pode provocar a solidariedade de todos os actores envolvidos para que se faça agora a despoluição do Tâmega."

fonte: "Pensar Basto"



sexta-feira, 8 de janeiro de 2010


Como surgiu a ideia da construção desta Barragem em Fridão:

A execução do plano para o aproveitamento hidro-eléctrico do rio Tâmega foi iniciada com a construção da Barragem do Torrão, localizada na freguesia de Alpendorada e Matos do concelho do Marco de Canaveses, e decorre com nova barragem projectada para ser construída na freguesia de Fridão do concelho de Amarante.




Porquê a construção de uma barragem em Fridão?

A dependência de Portugal, face ao exterior, em matéria de produção de energia tem levado o Estado Português a adoptar um conjunto de medidas políticas, com vista ao aproveitamento das suas principais fontes, que no conjunto tendam para uma progressiva desoneração face aos seus habituais fornecedores. Compreende-se, por isso, que a prática aconselhe a diversificação das fontes de energia e o progressivo aumento da capacidade de produção no País. Neste contexto de diminuição da dependência energética de portuguesa, está a ser debatida a possivel construção de uma barragem em Fridão (Amarante).




O que torna o rio Tâmega num forte potencial de energia hidro-eléctrica para o país é o facto de possuir um considerável caudal percorrendo um relevo de acentuado pendor.